Reticências

marcam uma suspensão da frase, muitas vezes a elementos de natureza emocional. Indica um pensamento ou ideia que ficou por terminar e que transmite a omissão de algo que podia ser escrito, mas que não é. (...)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

pequenas palavras



Chorar na frente dos outros, não é feio. Só quem sabe da nossa dor e a hora de colocar pra fora somos nós mesmos. Seja por motivo ou por motivo nenhum. Chorar por nada às vezes preenche um pote vazio, a gente fica saciado, farto, mesmo enchendo esse pote com lágrimas.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Exagero de palavras sem sentido

Saudade de como era, saudade de como éramos. Eu tô com uma saudade absurda de você. Por que que eu que tenho que ir sempre atrás? Por que que você não me liga? Por que que você não demonstra? Por que que não se esforça? Por que eu sou tão ingênua? São tantos os porquês. E todos partem de mim, mas eu não os faço diretamente pra ti, esse é meu mal. Essa é a minha doença.
Tenho vontade de ninguém, sabe. Quero cair só nos teus braços. Eu tô ficando louca, eu sei. Sempre vejo o que não existe, sinto algo que só é sentido por mim...

Sentimentos são sempre controversos. Não basta acreditar no que você diz. Tem que ser sentido. Demonstrado. Certo. Dito. Claro. Redito. Exato. Ditado.
Eu sou covarde, eu sei. Tenho medo de viver, às vezes. Tenho medo de me mostrar.
Eu sei que vou sofrer, garanto minhas lágrimas, tô disposta a passar horas de solidão sem você, tempos negros, angústia, palavras que viraram um nada. Mas leia de novo o que eu vou passar e veja as letras em negrito: Eu gosto de você.
Tudo em mim é assim: é tudo mascarado, disfarçado, oculto. Tenham cuidado.
Mas não sou falsa! Não minto pra mim nem para os outros. Só cansei de ser transparente e vulnerável demais.




quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Até quando?


Quando que a gente sabe que ainda gosta de uma pessoa?
Quando o coração bate acelerado por qualquer pequeno sinal dela.
Quando a gente sente aquela saudade absurda,
Quando a gente quer ela por perto,
Quando quer o bem dela...
Quando quer...

Cada um tem sua pergunta sem resposta. Amar é, de fato, complicado, mas simples quando você o tornar simples.

pequenas palavras



Na hora que eu preciso todas as linhas dos telefones dão ocupadas ou inexistentes.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Sobre a minha forma de tratar você:



Diante de você, fico boba.
Eu evito.
Evito até pensar na possibilidade de gostar de você.

Evito lugares,
evito pessoas,
evito músicas...
mas tem uma que não sai da minha cabeça, ela me lembra tanto você.
Não tenho mais vício nenhum depois de você.
Não se brinca com sentimentos, não se brinca com dor...
Então o melhor é deixar aqui, assim, com a poeira baixa,
a cicatriz quieta,
a cabeça distraída,
o coração sem esperança.
Desculpa, eu sou triste, mas não consigo viver longe de quem gosto
Quero sempre aqui, por perto, ao lado, cuidando.
Queria eu poder cuidar de você.
Te dou meus ombros, ouvidos e colo,
Deságua em mim o que for, o que precisar
Me deixa te amar ao menos de longe,
Mas permaneça ao meu lado.
Não quero perder nada nem ninguém
Sou egoísta.

domingo, 19 de setembro de 2010

Siga seu caminho

 


No meio de tanta confusão e tumulto, o melhor é um tempo seu. Dedique-se a você. Dedique-se ao SEU futuro, ele ainda é desconhecido - eu particulamente temo o meu - Nada é pra sempre. Nada se perde, tudo se transforma, até lembranças podem se tornar esquecidas. Você tem o direito de ser seu, só seu e de mais ninguém. Aproveite.

Aprendi três coisas sobre andar descalço.



(1) Quando se anda descalço você precisa lavar os pés mais vezes...lavar com a água mais limpa e mais viva. (2) Quando se anda descalço você precisa olhar onde pisa. (3) Quando se anda descalço pequenas coisas podem lhe atingir.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tumulto

Você só faz o que quer,
Magoa sem querer com esse seu jeito de ser,
Agora tanto faz.
Sabe lá o que pode surgir,
Se continuar...
Vamos dar um fim,
Não olhe mais daquele jeito pra mim,
Me deixe aqui.





Ouça : Aldeia de Baal - Espere um pouco mais

Seu, meu, nosso céu


E mais uma vez: o céu em seus mil tons.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Teresina, 06 de setembro de 2010



Eu desisto sempre de tudo. Desisto todo dia, de mim e dos outros. Seja o oposto de mim.
Sabe uma vez tentei colocar um fim nisso tudo, mas o que ingeri foi uma tentativa frustrada. Não me arrependo, porque não deu certo, mas não faria de novo. A vida me dói, quase sempre, mas tem por aí uns motivos lindos pra viver: é cada sorriso.





*inacabada

pequenas palavras


Quer saber porque você sempre deixa de falar aquilo que tanto ensaiou? Quer saber porque você se cala, na hora de dizer 'não'? Por pensar que quem tem sentimento é justamente quem tá na sua frente e não você. Você pensa que é frio. Insensível. Indiferente. Irrespeitoso.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

o amor...




O amor é lindo, os casais que são burros. O amor existe. As pessoas é que não sabem conceber, alimentar, ver crescer. O amor é que nem criança: chora quando tem fome, birra com a gente, faz a gente até se emocionar quando diz a primeira frase completa - eu te amo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Rascunho


Que falta me faz um pedaço de papel, mas improvisa-se. Tô aqui em um lugar longe - dentro de mim - e distante de casa. Os conhecidos são quase inexistentes. Aonde eu vim me enfiar? Ah, lembrei. Tenho que me virar sozinha. A cidade agora me parece maior, tanta gente estranha. Na minha frente crianças brincam em uma banca de apostas. Mal sabem o quanto isso é vicioso. Vicioso tá se tornando essa minha mania de comparar a vida e suas desgraças até com um cigarro. Mas não concorda comigo? Veja bem, o fumante dá-se o prazer de tragar, depois expelir a fumaça e enquanto isso o fogo vai consumindo todo o cigarro. Tá aí a desgraça, o cigarro acabou (se não tiver outro já era). E a vida, assim como o cigarro, é uma só. E o sono que me domina (tão cedo), ultimamente querer nada com a vida tem cansado.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

palavras pequenas

"Coração sem experiência pensa que ama todo mundo, pensa que ama qualquer um..."

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Teresina, 22 de fevereiro de 2019

Ana,


Que saudade que eu tenho sentido de você. De tudo mesmo. Ontem eu tava me lembrando desde o primórdio, aquela primeira vez que eu te vi. Quanto sentimento adverso, mas no fundo eram caminhos iguais. Já te confidenciei isso. Saudades de te ouvir contando histórias: da menina que fugia de bicicleta, da menina que fugia da escola, da menina que gostava de livros. Gostava daquela história da menina que volta vez ou outra pra cidade pequena e deixava saudade, mais saudade.
Lembro como as músicas te tocavam, como você era sensível, às vezes. Sim, você é doce, não imagina o qua
nto. Ah, lembrei também daquelas noites que saíamos pra beber, afogar as mágoas que no fundo nem tinhamos, ou tinhamos? Você colocava a cerveja na minha boca como se eu fosse criança e eu ria e ria. Cantávamos em voz alta: Será que as estrelas são goteiras do telhado de Deus? Porque sei que as goteiras são estrelas do telhado meu! Você elogiava tanto a minha voz, é minha amiga mesmo, amiga besta. A gente faz uma boa dupla. Sempre fez.
Lembra quando eu comentei que teu nome sempre tava em todo lugar? Na música de Fernando Anitelli, de Ana Cañas, sua chará e nos contos de Caio. E eu trago teu nome de novo, aqui, por mim, por saudade.



Um enorme abraço, grande mesmo sem exagero, minha 'zamica',

Jéssica
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domingo, 5 de setembro de 2010

Casos perdidos

Eu gosto de conversar contigo, gosto mesmo. Você me faz rir, o que não é muito difícil, mas me tira aquele sorriso verdadeiro, já é meio caminho andado.
E sobre aquela mensagem que me mandou e ainda não respondi, não sei se sim nem se não, tenho preguiça de sair por aí pra encontrar com alguém que não me dê certezas. Eu já sou incerta demais, perdida mesmo. Espera um dia normal, um encontro informal, acaso. Desiste não, não de mim. Eu fantasio demais, já te disse. Sei lá da sorte, do destino, sei mal de mim, não 'tô' te rejeitando, gosto da tua companhia mesmo sendo virtual, mas tô usando do tempo que me dei. Tempo esse que me dou a tempos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Metafórica Mente




E eu aqui. Sabe aquelas horas de solidão? Aquele momento só seu? Que você sempre tira pra fazer alguma coisa ou nada. Que assim como eu, pega uma folha em branco pra escrever, com nada pra forrar, encima de um colchão morfado. Lápis nº2 preto, uma lapiseira azul e borracha vagabunda que mais borra do que limpa. Ou faz nada. Nada. Tenho inveja dos que não fazem nada. É sinal de que já tem tudo resolvido. Roupas lavadas e engomadas encima da cama de lençóis coloridos e perfumados. Cabelos sempre penteados sem nenhum fio fora do lugar. E eu aqui usando minhas horas vazias com minha escrita rápida. As linhas definitivamente não são retas, mas é que tenho pressa. Minha letra é torta. E ainda quero ao menos tentar arrumar um pouco do meu cabelo com os minutos vazios de sobra. Tomar um café com mais leite que café pra mandar embora a preguiça. Ainda tem tempo. Minutos. E não tenho nada resolvido. Unhas pra pintar. Coração pra bater. Emprego pra arranjar. Curso pra largar. Escolhas pra fazer. E esse calor que traz o mês de setembro só piora a situação. Ao invés de água, eu bebo vodka com gelo e limão. Nada de açúcar na minha bebida. Nada de doce. Não 'tá' sendo nada doce.

palavras pequenas


'A felicidade é momentânea e depende só de você, ou de quantos gole você toma. Um brinde.'

pequenas palavras


'Esquece o tempo lá de fora, teu mundo é esse, é agora. Os ventos que lá sopram não são os mesmo de cá.'