Reticências

marcam uma suspensão da frase, muitas vezes a elementos de natureza emocional. Indica um pensamento ou ideia que ficou por terminar e que transmite a omissão de algo que podia ser escrito, mas que não é. (...)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ninguém sabe o que calado quer.



Existe, sim, uma necessidade de escrever. É uma das mais belas formas de expressar o que se sente para si e para os outros. Pelas palavras escritas nota-se até o tom, o sentimento. Com elas pode-se começar ou terminar um assunto. Mas, principalmente, terminar o que não é possível falar. Que em 2012 não surjam discórdias, não fiquem assuntos pendentes, nomes sujos, pesadelos, desamores, que tudo de ruim venha, mas de forma reversa. Que em dois mil e doze, seja doce. Não sejamos clichês! Abra a boca pra dizer que ama e que também odeia. Não agradamos a todos. Mas não fira. Não use. Não abuse. SEJA! Seja solidário, seja amoroso, seja educado, seja doce. O importante é ser. Ser alguém pra outro alguém. Ser alguém pra você. Não sejamos arrogantes. Não sejamos descartáveis, sejamos recicláveis. Renovar a vida é importante. Não cair nos mesmos erros. Não desistir por qualquer queda. Salve sua vida e a de mais alguém. Continue o que começou desde o dia que nasceu: viva.




terça-feira, 27 de dezembro de 2011



Fase boa da vida: dedicar-se a si mesmo.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


Se liberte:

de tudo que te atrase,
de tudo que te prenda,
de tudo que te faça mal.

  

sábado, 17 de dezembro de 2011



Ele diz: Vou atrás da minha felicidade.

- Pena que você não quis que a sua felicidade fosse eu -



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011



Já cansei de olhar pro horizonte que você mora.
Já cansei de ver de lá um céu bonito que não condiz com o que eu sinto.



sábado, 10 de dezembro de 2011


a tristeza tem o sono leve.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sem o quase.




Um amor quase inaudível.
Um amor quase invisível.
Um amor quase intocável.



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Abre aspas, fecha aspas

As palavras abaixo são frutos alheios sobre um causo contado.


Armadilhas

"Nas armadilhas dos teus olhos, eu sempre caio,
Nas armadilhas da tua fala, eu me iludo, 
Nas armadilhas da tua boca, eu me delicio,
Nas armadilhas dos teus passos, eu sempre sigo,
Nas armadilhas do teu corpo, eu me perco
Nas armadilhas do teu cheiro, eu me vício
Nas armadilhas do meu próprio eu é que eu não te esqueço."

(J. Dias)

 

domingo, 4 de dezembro de 2011




Às vezes a gente gosta do tipo que a gente sempre repudiou. 
E o tipo que sempre gostou passa a ser repudiado.




sexta-feira, 2 de dezembro de 2011





Coração, me dê o livre-arbítrio (de escolher o que não me faça sofrer).



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011




'E em pensar que você já me deu o colo pra me consolar, hoje é você que me faz chorar.'