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Reticências

marcam uma suspensão da frase, muitas vezes a elementos de natureza emocional. Indica um pensamento ou ideia que ficou por terminar e que transmite a omissão de algo que podia ser escrito, mas que não é. (...)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Desconhece



Amor?
Não me chame de amor!
Você não sabe o que é isso.
Nem o significado real,
Nem nunca sentiu amor de verdade,
Nunca teve um amor de verdade.

Ídolos


Queria ter nascido Chico 
e vivido Caio. 
Eu queria ser um vento no litoral. 
De pés no chão, 
olhos no céu 
e coração voando.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Exceção



- Eu sou diferente?
- Não sei...tem esse mistério que quero resolver, mas a voz, o sorriso e o jeito já ganharam.

Rascunho




Se meus cadernos de rascunhos fossem considerados meus diários, quem os lê-se ia achar os meus dias uma confusão. De fato são, mas só dentro da minha cabeça.

domingo, 28 de novembro de 2010



Ontem eu perdi uma amiga pra distância.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Sonhos que vem e vão


Eu sonhei de novo essa noite com quem não devia. Com quem eu tanto nego e renego. Tem sido assim todos esses dias. Tu és sempre o ator principal, coadjuvante ou mero figurante, sempre dá o ar da graça onde menos penso que pode estar. Aparece de surpresa nos lugares onde meu pensamento parece não lembrar de você. É, eles não lembram de você até você aparecer. 

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

To be continued



Eu sonhei de novo essa noite com quem não devia. 
Com quem eu tanto nego e renego. 
Tem sido assim todos esses dias. 
Tu és sempre o ator principal, coadjuvante ou mero figurante.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não se explica



Eu estou aqui parada com sentido e sem sentir nada, aí vem aquela onda forte, daquelas que jogam o que tem dentro pra fora e o que está fora pra dentro. Te suga. Te leva. E por fim, te perde. Ninguém sabe explicar porque que dessa onda não se sai só molhado. A gente sai dela faltando pedaços. Faltando alguém que apareceu pra revirar tudo. É uma necessidade absurda, insuportável que surge, de amar. 

sábado, 20 de novembro de 2010

De pés nos chão


O pouco que eu estou escrevendo não está fazendo sentido nenhum.  Eu queria não sentir nada agora, como há um curto tempo atrás. Sei lá, a minha imaginação é tão criativa, que eu sempre acredito nela. Ela tem vida própria. Engana o coração e a razão. Eu queria viajar. O ar dessa cidade anda muito pesado. Os pensamentos brotam todos errados. E a gente nem sequer pára pra pensar nas besteiras que a gente anda fazendo, nas escolhas erradas que fizemos. Eu preciso colorir a minha vida que anda preta e branca demais.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nem sempre tem uma pedra


Acho bonita a história de amor dos outros. Umas duram até então. Umas se fortificam. Os belos casais se perdem em meio a multidão, mas se procuram quando algo os chamam a se unir. É sentido. É sentimento. É consideração. Hoje enquanto ia pra casa, de dentro do ônibus observei um senhor já mais velho, mais vivido, um pai. Ele segurava enquanto andava na mão do filho, assim interpretei. O filho tinha alguma deficiência mental, andava com dificuldade, mas tinha força suficiente pra puxar o pai na hora errada pra passar a rua, porém, o pai tinha mais força ainda, uma força que conseguiu pelos mais de 20 anos puxando as mãos do filho pra tê-lo em segurança. É amor. E de dentro do ônibus, eu fui a única quem observou. E dei valor. No caminho nem sempre tem uma pedra, nem sempre tem um obstáculo. Sempre tem um aprendizado.