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Naquela sala de azulejos brancos e minúsculos, a outra coisa de tamanho pequeno era o meu amor próprio. Naquela sala onde somente cinco luzes iluminavam. Naquela sala, olhava pro chão e separava os quadrados: escuro, claro, escuro, claro. Naquela sala com três portas trancadas, uma porta que levava a saída e um corredor com mais meio mundo de caminho, ficava difícil escolher. Pra onde ir? O que fazer? O que eu fazia sentada ali? Sozinha. Esperando quem? Esperando o quê? O tempo passava e a paciência também. O tempo passava e a esperança também. O tempo passava...o tempo acabou. Vou pra casa.
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